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City massacra o United no Old Trafford e coloca um pé na final da Carabao Cup

Bernardo Silva, Mahrez e De Bruyne marcaram na vitória por 3 a 1; Marcus Rashford marcou o de honra


Bernardo Silva comemorando com o autor do gol, De Bruyne — Foto: Reprodução/Twitter

Nesta terça-feira, Manchester mais uma vez sediou o grande clássico da cidade. United e City se enfrentaram no Old Trafford por uma das semifinais da Copa da Liga Inglesa ou Carabao Cup para a explosão de alegria do patrocinador. Na ocasião, o time de Pep Guardiola triunfou mais uma vez no campo do maior rival, por 3 a 1, e tem ampla vantagem para o jogo de volta.



Resumão


O Man City dominou totalmente a partida. As jogadas pelas laterais funcionaram e envolveram os laterais. Sem Maguire, o United perdia poderio defensivo com Phil Jones, que inclusive não se deu bem no último gol do City, time que sofreu muito pouco lá atrás, apesar de ter concedido o gol. Entretanto, vale destacar que a equipe sempre esteve mais perto de aumentar a vantagem do que de perder o clean sheet. Por fim, como de costume, o toque de bola refinado de Pep Guardiola foi mais uma vez alvo de elogios, uma vez envolvendo o adversário e impedindo que o mesmo produzisse ofensivamente.



Primeiro tempo


Foi todo do City. Conseguiu boas jogadas pelas laterais sobretudo pelo lado esquerdo, com De Bruyne mais centralizado e Sterling bem aberto. Os contra-golpes do time da casa, principal arma da equipe, foram anulados pela boa defesa de Pep Guardiola. Não à toa, a etapa inicial terminou em 3 a 0, com direito a golaços: Bernardo Silva, abrindo o placar e balaço de fora da área, acertando o ângulo de De Gea; Mahrez, escapando da marcação e driblando o goleiro espanhol, e com De Bruyne que, apesar de não ter feito o gol, driblou Phil Jones e deixou o zagueiro no chão. O belga cruzou e Andreas Pereira acabou mandando contra.


Bernardo Silva comemorando a abertura do placar — Foto: Reprodução/Twitter

Segundo tempo


Foi muito semelhante aos primeiros 45 minutos: domínio do time visitante e administração da vantagem se utilizando da posse de bola. Mesmo assim, Rashford conseguiu deixar o seu, em contra-ataque bem armado, o principal meio ofensivo da equipe que, até então, não havia sido visto com frequência. Até se passou a impressão de uma melhora da equipe no final do tempo, mas enganou-se quem acreditou: vitória simples e segura do time de Pep Guardiola.


Partida seguiu com domínio do City na etapa final — Foto: Goal


O que deu certo? O que deu errado?


A partida foi decidida pelo domínio do campo central. Eram claras as tentativas de Soskjaer e Guardiola de conseguirem a tão preciosa conquista de tal território. Sem a bola, o United figurava um 4-5-1 e, posteriormente, um 4-4-2 losango e o City, formando duas linhas de quatro evidentes e dois homens avançados, De Bruyne e Bernardo Silva fazendo a pressão. No entanto, apenas uma das equipes conseguiria atingir o objeto e, no caso, foi o time de fora. Com Rodri, De Bruyne e Gündogan, o City conseguiu cadenciar a partida quando possível. Além disso, defensivamente a equipe melhorou e anulou os contra-ataques da equipe caseira.



E agora?


Com a vitória, o City tem a vantagem do empate e pode perder por até dois gols de diferença no jogo de volta. A partida será realizada no Etihad Stadium no próximo dia 29.


Rashford sendo focalizado ao terceiro gol do Man City — Foto: Sky Sports